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Manual da flor do deserto

by Marcia Jinx (2018-11-27)


A rosa-do-deserto desembarcou há poucos anos no Brasil, porém a partir de que chegou, vem reunindo um extensa número de adoradores. Não é difícil localizar na web blogs, vídeos e fan-pages dedicados a compartilhar dicas de semeadura e técnicas para modificar o formato do talo, a profundeza das raízes ou mesmo a cor das flores.

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COMO DEVE SER PLANTADA E O MELHOR LOCAL PARA A ROSA-DO-DESERTO


Nativa da Façanha e de diversos países da Península Arábica, essa arvoreta chega a 4 metros de profundeza na natureza, porém variedades anãs são largamente vendidas no planeta todo, mormente por quem cultiva bonsais. A planta precisa permanecer num lugar onde roupão sol por quando menos 4 horas, caso contrário, não floresce. O vaso deve ser prestes com substrato bastante aventado, dado que o excesso de agua nas raízes é o principal fator de morte da planta. Uma boa mistura é feita com 50% de areia grossa de quintal, 20% de terreno, 20% de casca de pinus triturada e os 10% restantes de esterco.


Por ser planta de desenvolvimento lento, a rosa-do-deserto deve valer mas de R$ 100000.. Drible esse obstáculo comprando mudas jovens ou, melhor, plantando suas próprias sementes. Para isso, escolha um vaso plástico para fornecer de sementeira, coloque pedras no profundeza e complete com uma mistura de 70% de areia de horto, 20% de terreno e 10% de tição fragmentado. Semelhantes a grãos lenhosos de arroz, as sementes precisam ser plantadas deitadas, com uma intervalo de 10 cm entre elas. Acrescente por cima uma classe de substrato peneirado, borrife bastante agua, escorra o excesso da regadura e cubra o vaso com saco plástico transparente, aguentando a sementeira em lugar ensolarado. Em 10 dias, as sementes começam a grelar. Quando as mudas estiverem com 5 a 6 pares de folhas, podem ser transferidas para vasos individuais.


Rosa-do-deserto usa a mesma técnica do bonsai para entregar fisionomia de pequena árvore


A rosa-do-deserto de forma plantada costuma conceder flor entre um e um par de anos, porém, para ocupar aquele talo grosso e sinuoso que vemos em exemplares de exposição, você terá de "trabalhar" a planta periodicamente, como um bonsai. Isso inclui replantes, incisão de raízes e de brotações superiores e outros cuidados para evitar o apresentação de fungos. A qualquer um par de anos, desenvase o torrão de raízes com desvelo, acrescente uns três dedos de substrato no vaso quando a planta estava e, logo, volte o torrão ao lugar. O " grau " que vai ficar na superfície do vaso deixa a terreno pequeno número de centímetros acima da borda e será abortado com as regas, expondo, pouco a pouco, uns centímetros das raízes. Chamada "levantamento de raízes", essa técnica é usada pelos bonsaístas para deixar o conjunto mas escultural. Todo o manuseio deve ser conformado com recompensa, dado que a suco é tão tóxica que tribos africanas a usam como veneno em lanças e zarabatanas para caçar animais de extensa porte.


Se esse cultivo mas intenso não é sua praia, prefira mudas jovens de talo muito formado e deixe que a planta cresça naturalmente. Por fim, muito, muito bela ela já é.