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Disfunção erétil

by Maria Carmo (2018-11-19)


Leonardo da Vinci, insigne rabino do Reaparição, fundamentado no fato de que acontecem ereções noturnas involuntárias, concluiu que o cérebro não controlava a função do pênis que, para este, tinha mente própria. Ao dissecar cadáveres de pessoas enforcadas, da Vinci observou que o pênis endurecia quando se enchia de sangue e descreveu o mecanismo da ereção. No que se alude à sua autonomia, apesar disso, este estava iludido. O cérebro possui integração fundamental com o mecanismo da ereção.


O pênis é enervado por 2 grupos de fibras nervosas. Uma carrega sinais inibitórios que impedem a ereção; a outra, sinais excitantes que a facilitam. Esses 2 sinais integram-se na medula, situada no núcleo da pilar vertebral. Para ser mas preciso, na secção subalterno da pilastra. Então, o pênis deve enrijecer sem a participação direta do cérebro, praticamente por revérbero nessa localidade da pilastra. Entretanto, por informação estabelecida por intermédio de nervos, esses sinais entram em contato com a zona mas meão e profunda do cérebro principalmente ligada às emoções e à memória a que, por sua vez, articula-se com o chamado cérebro pensante, ou seja, com o lobo frontal situado adiantado e na classe mas superficial do cérebro, onde se processam o arrazoamento e as tomadas de resolução.


Esses mecanismos cerebrais integralmente integrados assentem que o cérebro, por intermédio de circuitos de neurônios, provoque sinais inibitórios e excitativos a termo de que o sangue levado pelas artérias penetre nos corpos cavernosos e, retido dentro deles por compressão, promova a ereção. Quando o sangue reflui, desta forma, quando girata para a circulação por norma geral, o pênis para flácido e a ereção desaparece. Desarranjos nesse mecanismo podem ser a justificação das disfunções eréteis.


Até 10 ou 20 anos detrás, pouco se conhecia relativamente da fisiologia sexual masculina e da fisiologia da ereção. Nos últimos anos, porém, extensa variedade de estudos provocou uma revolução nessa espaço, possibilitando melhor entendimento da fisiologia peniana e, assim sendo, a invenção de novos métodos cirúrgicos e farmacológicos para o tratamento da insuficiência.

 

 


DISFUNÇÃO ERÉTIL

 


Drauzio – Quando consiste a disfunção erétil?


José Mário Reis – Para o tipo ser considerado impotente, precisa manifestar disfunção erétil permanente. Uma falta ocasional de ereção, que deve suceder com todos e cada um dos homens, não enquadra absolutamente ninguém nessa categoria. Também, quando se fala em insuficiência sexual, varias vezes estamos nos referindo a outras manifestações da lascívia masculina que nada têm a ver com a ereção, como a falta de libido ou de orgasmo e a ejaculação adiantado ou retardada. Desse modo, o termo insuficiência sexual, na literatura, foi alterado por disfunção erétil quando significa a desazo de conseguir ereção satisfatória para o ato sexual.


Drauzio – A disfunção erétil atinge que cosmos de homens?


José Mário Reis – Aprecia -se que, em contextura universal, uma população à volta de 155 milhões de homens apresentem disfunção erétil. Aprecia -se também que, em 2005, por volta de 300 milhões de homens manifestarão esse entrave. No Brasil, calcula-se que os casos atinjam 10 milhões de homens.

 

Argumento -se a população adulta acima de 18 anos, aprecia -se, ainda, que 52% dos homens apresentarão qualquer proporção de disfunção erétil: 10% representam os casos graves; 25%, os de disfunção moderada e 17%, os de disfunção mínima.

 

Nada obstante, o termo disfunção erétil continua indefinível e contraditório. Deveria ser disfunção sexual. Quando se pergunta a um tipo sobre sua luxúria, pergunta-se sobre ereção satisfatória ou não e sobre a qualidade da relação sexual. Para estudar o impecilho, mistura-se alguma coisa da epidemiologia com a avaliação emocional emitida pelo paciente.

 

 


CAUSAS AS DISFUNÇÃO ERÉTIL

 


Drauzio – Quais são as primordiais causas da disfunção erétil?


José Mário Reis – Há quatro causas primordiais. A mas essencial é a emocional e atinge 70% dos homens. Os 30% restantes apresentam uma disfunção orgânica que deve ser vascular de origem arterial, hormonal e, em pequeno número, resultado de alterações na anatomia do pênis, como ocorre na doença de Peyronie.


Drauzio – E o tabaco, que impacto possui?


José Mário Reis – Não prosseguirei repetir que o cigarrilha desculpa insuficiência sexual, porque isso está impresso nos maços que os fumantes compram. Prosseguirei referir um trabalho muito fácil que fizemos cá em São Paulo mesmo. Foram estudados doze raça com histórico de disfunção erétil, o mundo inteiro fumantes. Para analisar a extensão de qualquer caso, aplicamos o teste de ereção farmacológica, desta forma, injetamos uma droga no pênis e observamos o resultado. Toda gente responderam positivamente, obtendo um ângulo de ereção maior do que 105 graus em média. Uma semana depois, eles retornaram, porém de antemão de repetir o fiscalização fumaram 2 cigarros. Em 80% deles, o ângulo de ereção caiu para 60 graus o que não deixa dúvidas sobre a ação deletéria do cigarrilha no mecanismo da ereção.


Drauzio – O que se assimila por causas emocionais da disfunção erétil?


José Mário Reis – A disfunção erétil não envolve somente o pênis. Quando se estuda esse órgão, deve-se filosofar continuamente nele e na persona que o comanda, na pipi que está a sua na frente de e na persona que comanda essa boceta. A relação entre pênis e ereção subentende um envolvimento entre pessoas. Daí, enorme complexidade para estabelecer o diagnóstico. Lascívia não é doença, é disfunção. Se o tipo ruptura uma perna, o ortopedista avalia a fratura e trata daquela perna livremente do que o paciente esteja pensando ou sentindo. Na luxúria, ao invés de, o enfoque deve ser emocional, porque o pênis faz uma parte do relacionamento íntimo entre duas pessoas. É de extrema relevância estabelecer se este funciona problema e compromete a relação, ou se funciona problema porque a relação já está comprometida. Como já diz, em 70% dos casos de disfunção erétil, a comoção está envolvida na culpa. É impraticável, por ex, sustentar a ereção se o par for surpreso por ladrões, porque o susto libera substâncias (adrenalina) que bloqueiam o incentivo sexual. Se o sujeito atravessa um maléfico instante na vida, não se deve exigir que tenha bom desempenho eretivo.


Drauzio – Há qualquer método para separar os casos emocionais dos orgânicos?


José Mário Reis – Há dados essenciais a considerar. Estudos realizados pelo Instituto H. Ellis evidenciam que os homens procuram ajuda, em média, só quatro anos uma vez que o impecilho começou a manifestar-se. Isso demonstra como é difícil vencer a interdição e procurar um dr. para olhar do ponto. Em geral, a história é continuamente longa, porém com aspectos distintos. Uns se queixam da má performance em vivenda e também com outras parceiras. Se lhe perguntamos, porém, sobre a data da última relação, a resposta é contraditória — “Foi antigamente e foi ótima” — o que denota um entrave de ordem possívelmente emocional.

 

Conquanto, há aqueles que, apesar dos muitos insucessos, continuam tentando. Embora o pênis não corresponda, não se entregam, o que sugere a possibilidade de um componente orgânico. Existem, ainda, aqueles que desistiram de tentar. A última relação ocorreu há bastante tempo. Um comprometimento da ereção desse gênero de é difícil de distinguir principalmente se considerarmos o mecanismo involuntário e metódico das ereções noturnas indispensável para a manutenção saudável do sistema.


Durante correto temporada, imaginou-se que, se havia ereção noturna, a abalo era a encarregado pelo molesto andamento do pênis em vigília. Hoje em dia, sabe-se que a doença arterial, por ex, deve impedir que o sangue chegue em volume adequado ao pênis. À noite, com o sujeito mas relaxado, o fluxo sanguíneo é suficiente para provocar ereção o que não acontece quando a resposta sexual exige agilidade. Então, ereção noturna não garante a integridade do mecanismo da ereção.


Drauzio – Está cientificamente comprovado que a ereção noturna é fundamental para sustentar a integridade das estruturas anatômicas do pênis, porque sem elas o sangue venoso retido exerce ação deletéria sobre os corpos cavernosos?


José Mário Reis – As ereções noturnas ocorrem durante as fases de sono REM e são fundamentais para salvar os corpos cavernosos e o mecanismo da ereção. Não afastam, porém, a hipótese da incidência de pequeno número de doenças como diabetes e aterosclerose. Então, foi desenvolvido um aparelho para registrar a ocorrência e o intensidade das ereções enquanto o tipo dorme a termo de calcular se a fisiologia está conservada.

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